5 de ago de 2012

Silêncio


Silêncio
O mais barulhento dos sons
Grita em meus ouvidos
Ecoa dentro de mim

Acelera o coração
Angustia
Enlouquece
Morte...

Tudo a volta parece sem vida
Negra noite sem luar
Dia escuro sem sol
Uivo do vento
Nada...

Folhas secas pelo chão
Árvores queimadas
Cheiro forte de enxofre
Rua vazia
Breu...

Abismo...
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Um comentário:

Franciane monteiro disse...

Oi, as vezes é bom nos encontrar enfrente ao abismo, podemos tomar decisões na vida que so cabe a nos numa conversa muito intima...eu amei a poesia do seu poema...muito beijos.